Leia a etiqueta, escolha a pessoa, defina o prazo — o item sai registrado e todo mundo enxerga. Leia de novo na devolução. Sem caderno de assinatura, sem "achei que estava com o Marcos".
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Equipamento compartilhado passa a vida trocando de mão, e cada passagem sem registro vira uma caçada: o projetor procurado na manhã de segunda, a furadeira que "andou" da obra.
O registro de retirada e devolução fecha essa brecha com duas leituras — uma marca quem levou o item e até quando, a outra confirma o retorno e o estado em que ele voltou. No UNIO24 isso é parte do controle de patrimônio: cada passagem entra no histórico do bem, e a lista de colaboradores mostra quantos itens cada pessoa tem em mãos agora.

A retirada começa pela etiqueta QR ou de código de barras colada no próprio equipamento. Leia pelo aplicativo, escolha o colaborador, a equipe ou a unidade que está levando, acrescente o prazo e uma observação se precisar — e o registro está no ar, com o termo de responsabilidade assinado na tela. A operação inteira leva menos tempo do que escrever uma linha no caderno, que é exatamente o limite a partir do qual as pessoas de fato registram.

O item que saiu mostra a quem foi e até quando, então "a câmera térmica está livre na quinta?" se responde pela lista, não pelo grupo de mensagem. Quando o prazo vence, o UNIO24 marca o atraso e envia o aviso no mesmo dia, enquanto o item ainda é fácil de achar. Essa é a parte que morre em silêncio no caderno de assinatura: ninguém volta a ler o que escreveu.

Cada retirada e cada devolução é um registro permanente: quem, quando, por quanto tempo e em que estado o item voltou. Quando algo volta avariado, o histórico mostra por quais mãos passou. Quando um colaborador se desliga, um filtro lista tudo o que ainda está com ele — notebook, crachá, ferramenta — antes da entrevista de saída, não depois. O equipamento para de sumir porque passou a existir registro; as pessoas continuam as mesmas.

Toda equipe com quem conversamos controlava a mesma coisa do mesmo jeito: um caderno de assinatura que ninguém preenchia, ou uma planilha que uma pessoa atualizava de memória na sexta-feira. O equipamento não estava sendo roubado — ele só nunca voltava, porque nada pedia de volta.
Então fizemos a versão honesta levar cinco segundos: ler, entregar, definir o prazo. O sistema lembra por você — quem está com o quê, o que está atrasado, o que voltou quebrado — e ninguém precisa virar o detetive do escritório.
Três jeitos de saber com quem está o equipamento — e onde cada um falha.
| Recurso | Caderno de assinatura | Planilha | UNIO24Grátis até 50 |
|---|---|---|---|
| Registro | |||
| Tempo por retirada | Um minuto escrevendo à mão | Abrir arquivo, achar a linha, digitar | Uma leitura e dois toques |
| Funciona na prateleira e na obra | Sim | No | Sim |
| Observação de estado com foto | No | No | Sim |
| Enquanto está fora | |||
| Quem está com o quê em uma busca | No | Se o arquivo estiver em dia | Sim |
| Prazo de devolução acompanhado | Só no papel | Na mão | Sim |
| Aviso de atraso | No | No | Sim |
| Depois | |||
| Histórico de responsabilidade por item | Ilegível depois de um mês | Linha sobrescrita | Sim |
| Conversa com inventário e manutenção | No | No | Sim |
O que as equipes perguntam antes de aposentar o caderno de assinatura
É o registro de quem levou um equipamento compartilhado, quando e até quando — e a confirmação do retorno. A retirada vincula o item a uma pessoa, equipe ou unidade; a devolução libera o item e registra o estado em que ele voltou. O resultado é a resposta ao vivo para "com quem está" e um histórico permanente de responsabilidade por item.
O item continua vinculado àquela pessoa — o registro não caduca só porque a data passou. O UNIO24 marca o atraso e envia o aviso, então a cobrança começa na hora. É dessa mudança simples que vem a maior parte da redução de perda: as coisas voltam quando algo pede de volta.
Funciona. O [aplicativo](/pt-br/product/unio24-mobile) opera offline: ler etiqueta, registrar retirada e devolução, e tudo sincroniza quando o sinal volta. Para equipe de obra e de campo, a leitura offline é a diferença entre um sistema que é usado e um que é ignorado.
Dá para começar por ela. Os limites honestos: planilha não lê etiqueta, não cobra atraso e depende de uma pessoa mantendo o arquivo em dia. As equipes costumam superar esse arranjo por volta de algumas dezenas de itens compartilhados — que é mais ou menos onde o plano grátis assume.
O caminho mais rápido é o aplicativo — ler a etiqueta QR, escolher a pessoa, confirmar. Mas o gestor ou o almoxarife também faz a retirada em nome dos outros pela web, que é como a ferramentaria costuma trabalhar: uma pessoa entrega para a turma inteira.
Sai. A assinatura é coletada na tela do celular no momento da entrega e fica anexada à movimentação, junto com item, data, hora e responsável. Dá para exportar em PDF para o processo que o seu RH já usa em desligamento ou em discussão sobre avaria.
Serve, e é um uso comum aqui. Cada entrega de EPI fica registrada com data, item, tamanho, prazo de troca e assinatura do colaborador, o que é justamente a evidência exigida na fiscalização. O aviso de vencimento avisa antes de o equipamento passar da validade, em vez de a descoberta acontecer na auditoria.